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OBRIGADO SENHOR

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  OBRIGADO SENHOR! É pra louvar!... O que passou, não foi bom, foi ótimo. Sempre andei pelo lado claro da vida, por isso ela me sorri, sempre!... Deus tem me protegido. Nos momentos sombrios da minha vida, a sorte esteve do meu lado, não me faltou ar, continuo respirando o ar puro da vida, enquanto flores murcham e ímpios capitulam, um após o outro. Nenhum presságio! É a vontade de Deus que separa e me faz um vencedor. Pelos erros de outros provei do lado amargo da vida, mas o sucesso me perseguiu, levando-me ao pódio da vida. Entre o amor e o ódio quem sempre vence é o amor, entre o bem e o mal quem sempre vence é o bem, porque a justiça divina existe. Assim, tem sido toda minha vida e estou certo, Deus se agrada de mim!... Acima, a representação visual da minha marca, mostra-me no alto do pódio, sem a taça, por enquanto. Deus, na sua infinita bondade, está modulando para mim. Já sinto o prenúncio da sua chegada, percebo os sons e grande será a louvação. Hoje, para ser e viver...

ENGENHOS

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  ENGENHOS PARTE 5 Ilha da Madeira O primeiro engenho que existiu na Madeira foi o de Diogo Vaz de Teive, construído em 1452, mas em 1590, à época em que   Gaspar Frutuoso   escreveu as   Saudades da Terra , havia já mais de 30 engenhos dispersos pela ilha, apesar dos sintomas de decadência que já então a indústria sacarina apresentava na ilha. Em 1730, eram já poucos os engenhos na Madeira, tendo o doutor Rodrigues de Azevedo estimado que a indústria sacarina tenha desaparecido inteiramente da ilha em 1748, devido à impossibilidade de suportar a concorrência dos açúcares   americanos , que, há muito tempo, vinham invadindo os   mercados   europeus, onde eram vendidos a baixo preço. Quando   Bowdich   visitou a Madeira em 1823, o açúcar fabricado na ilha era em quantidades insignificantes, e em 1826 havia apenas um único engenho em toda a ilha. No ano imediato   Severiano Ferraz   procedeu à construção de um segundo engenho, o...

PENALVA, UM PARAÍSO SILVESTRE.

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  PENALVA, UM PARAÍSO SILVESTRE. Penalva é também conhecida como a Princesa dos Lagos. É o melhor lugar da baixada maranhense para se apreciar a vida silvestre. A cidade é orlada por campos naturais, ladeada por terras baixas, alagadiças e verdejantes, que alimentam a vida de milhares de animais. À beira-campo é possível contemplar uma infinidade deles e se surpreender a cada momento com esse paraíso da natureza. Embora não seja ambientalista de formação, defendo e protejo o meio ambiente. Sou contra a caça esportiva, a pesca predatória e a plantação de eucaliptos. O que está acontecendo na Ilha do Formoso, é um crime ambiental, igual a barragem da Trizidela. Contudo, os autores ainda podem ser responsabilizados, nas áreas cível e penal, por crime contra o meio ambiente. O desmatamento desordenado que vem ocorrendo naquela região, não só quebra o encanto da ilha misteriosa, como muda o bioma e traz grande prejuízo para a reserva ambiental; com consequências danosas e irreparáve...

ENGENHOS

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  ENGENHOS PARTE 4   Portugal O primeiro engenho de açúcar registrado em território português pertenceu a Diogo Vaz de Teive , escudeiro do Infante D. Henrique , com contrato de construção datado de 5 de dezembro de 1452. Localizava-se na Ilha da Madeira , no então lugar da Ribeira Brava , Capitania do Funchal . A força motriz deste engenho era a água da ribeira . Os primeiros engenhos da ilha eram todos movidos a água ou pela força de bois , sendo os cilindros construídos algumas vezes com madeira de til , nessa época muito frequente. Além dos engenhos, existiam também as alçapremas ou prensas manuais. Não consta da documentação, qual o processo de que se serviram os proprietários de engenhos e alçapremas para fabricar o açúcar, mas supõe-se que esse processo consistisse em fazer cozer as garapas em caldeiras até obter a consistência de um xarope espesso, sendo neste ponto transferidas para vasos furados no fundo, onde se depositariam os cristais, saindo o liquido...

OS TROPEIROS EM PENALVA

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  OS TROPEIROS EM PENALVA A palavra tropeiro vem de tropa, que significa homens que transportam mercadorias em burros e cavalos. Até meados do século XX, os tropeiros tiveram grande importância na economia de Penalva, além da sua participação cultural relevante como veiculador de costumes, ideias e notícias entre as localidades distantes, entre si, numa época que não existiam estradas na nossa região. Em Penalva, como nas demais localidades da baixada maranhense, o transporte hidroviário, nas modalidades fluvial e marítimo, eram únicos, não havia estradas ou ferrovias. As mercadorias, como babaçu, arroz, milho, farinha, fumo, couros, açúcar mascavo e outras, chegavam ao porto de embarque nos lombos de mulas e cavalos, conduzidas pelos tropeiros. A necessidade desse transporte, em grande parte, foi incentivada pela própria Coroa Portuguesa. Tal ação tinha por objetivo reduzir ao máximo a quantidade de escravos envolvidos com outras atividades.   O comércio foi a ativida...