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CASTELO BRANCO - UM NOME EMBLEMÁTICO

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                 CASTELO BRANCO Um nome emblemático Estamos diante de um nome exemplar. Significativo, originário da velha cidade-fortaleza de tempos imemoriais, a Castraleuca dos romanos, hoje cidade portuguesa de Castelo Branco. Tenho a honra de trazer no sangue o DNA dessa genealogia, família das mais ilustres na aristocracia portuguesa, com membros importantes no “Conselho de Penalva do Castelo”, território português que deu origem ao nosso torrão natal: Ana Augusta da Cunha Castelo Branco, seu pai Manoel Ricardo da Cunha Castelo Branco de Carvalho (fidalgo da Casa Real), Antônio de Almeida Castelo Branco (desembargador da cúria de Roma e vigário de Vila Real) e Pedro de Castelo Branco – religioso e notável orador, cuja fama fazia as pessoas ocuparem de véspera os lugares de suas pregações. O patriarca do clã no Brasil foi o tenente coronel Matias Pereira Castelo Branco, natural de Viseu e que chegou ao Ceará na década de 1.730...

CONHECENDO NOSSA CIDADE

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  CONHECENDO NOSSA CIDADE   Esta é uma oportunidade de mostrar um pouco da história da cidade, o que tem de melhor e a importância da preservação do patrimônio histórico e cultural. Apresentar a cidade de Penalva a partir da sua história e de sua origem é o objetivo principal do IHGP, para resgatar a memória de tempos, recentes e passados, contribuindo com educandos no processo de aprendizagem, para construção e reconstrução da história da cidade. Não podemos desprezar o conhecimento de pessoas antigas, fotos do passado e o restauro de monumentos, que descrevam o contexto histórico do município. Foram os Marques, pioneiros da nossa história, guardiães da memória do seu tempo, os construtores de um monumento para preservar a memória dos feitos aqui realizados, erigido na praça da matriz e demolido pela ignorância cultural do gestor da época. Através dele conhecia-se a história e a tinha viva como fonte de conhecimento e referência para as futuras gerações. É preciso valor...

QUE TURBINA É ESSA?

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  QUE TURBINA É ESSA? Essa máquina foi um triturador de açúcar mascavo, conectado ao sistema de vapor vindo das caldeiras do Engenho de Sansapé, nas décadas de 50, 60, 70 e 80, do século XIX. Era uma turbina, feita em ferro modulado, vinda da cidade de Liverpool, na Inglaterra, especialmente para triturar o açúcar destinado à exportação para a Europa. Foi, no melhor momento da usina,   um moedor de açúcar que funcionou em uma plataforma, abaixo do assentamento (casa de purgar o mel e o açúcar), acoplada a uma tubulação, toda em canos de ferro galvanizado, de 1,5 polegadas, sob pressão, exercida pelo vapor vindo das caldeiras, assentadas acima. Em narrativas históricas, escritores penalvenses fazem referências à essa turbina, destacando a sua importância econômica para elevação da Freguesia de Penalva, à categoria de Vila, como consta da Lei Imperial nº. 706, de 02/07/1.864, assinada pelo Des. Miguel Joaquim Aires do Nascimento, vice-presidente do governo da Província do Mara...

GOVERNADORES NASCIDOS EM PENALVA – MA

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  GOVERNADORES NASCIDOS EM PENALVA – MA. Penalva é um município brasileiro do Estado do Maranhão, com notáveis fatos ocorridos na vida do seu povo, necessários ao conhecimento escolar, na melhor forma didática e pedagógica de ensino. Conta-se, em sua história republicana, com dois filhos que chegaram ao governo do Estado. Esta narrativa é para resgatar e promover a evolução da   cultura histórica, política e literária desta terra: 1º - MANUEL LOPES DA CUNHA , nascido em Penalva, na Fazenda Descanso, em 25.07.1855, filho de José Mariano da Cunha Magaalhães, época em que este trabalhava na administração do Engenho de Sansapé, na companhia de Jesuítas e Escravos africanos. Formado em direito em Recife, foi nomeado promotor da comarca de Viana-MA., juiz, desembargador, presidente do Tribunal de Justiça e Governador do Maranhão, no período de Março a Novembro de 1.902. Entre outros, era   irmão, mais novo, de Celso Magalhães, jurista, promotor e escritor, e pai de dois via...

O CRIME DA BARONESA DE GRAJAÚ

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  O CRIME DA BARONESA DE GRAJAÚ Em 1876, Anna Rosa Viana Ribeiro, matou um garoto negro, escravizado, de apenas 8 anos, com nome de Inocêncio. Este crime teve tamanha repercussão que o caso passou a ser conhecido como “O CRIME DA BARONESA DE GRAJAÚ”. Casada com o médico e político liberal, Carlos Fernando Ribeiro, que, em 1.878, teve concedido por D. Pedro II, o título de Barão de Grajaú, Anna Rosa Viana Ribeiro era uma típica senhora da alta sociedade escravagista do Maranhão. Anna Rosa, vinda de uma das principais famílias escravistas de Codó, no interior do Maranhão, já era conhecida pelos castigos cruéis   aos negros escravizados. Em uma ocasião, para se ter ideia de sua brutalidade, ordenou que todos os dentes de uma mulher escravizada, Militina, fossem arrancados apenas por ela sorrir para seu marido. Aberto o inquérito para investigar a morte de Inocêncio, uma criança escravizada, o processo acusatório,   foi comandado pelo promotor de justiça, CELSO MAGALHÃE...