Postagens

OSCAR FROTA

Imagem
  OSCAR FROTA  HOMENAGEM AO CENTENÁRIO DE NASCIMENTO (continuação) Oscar Frota,  meu mestre, ímpar, o melhor exemplo a seguir. Esta homenagem que lhe presto, é, também, para recordar, segundo ele, os bons momentos da sua vida e que juntos passamos na Fazenda Sansapé: O mês de abril era aguardado por ele porque a boa folga de 3 dias, proporcionada pela Semana Santa, era uma boa pedida para aproveitar essa emenda de feriados e viajar com a família para a Fazenda Sansapé; emendava a quinta, sexta, sábado e retornava domingo. A Fazenda, em si, já era uma grande atração para ele, mas, o que mais chamava atenção era a vacada, saboreando leite mungido durante a ordenha e ainda muito milho verde à sua disposição, enquanto apreciava a paisagem, cheia de água, com pássaros em revoada sobre os açudes fartos de peixes. Sócio que fomos, nas três empresas comerciais que tivemos, por mais de quarenta anos, inspirei-me neste exemplo, acreditando que só o trabalho garante dignidad...

OSCAR FROTA

Imagem
  OSCAR FROTA   HOMENAGEM AO CENTENÁRIO DE NASCIMENTO Neste mês de Janeiro comemora-se o centenário de nascimento de Oscar Soeiro Frota. O Instituto Ivaldo Castelo Branco não poderia deixar passar em branco este momento tão importante na vida do seu patrono. Pensando nisso este Instituto realizará, seguidas publicações, para falar sobre a vida e o legado deste grande empresário. Não só para honrar toda a sua obra e legado, mas também para que possamos lembrar o seu empreendedorismo, de forma exemplar, mesmo sendo autodidata: Nascido cearense, OSCAR FROTA , chegou a São Luís vindo de Teresina, passando por Parnaíba e fez da capital maranhense o seu chão e sua morada por mais de meio século. Toda sua vida foi dedicada ao trabalho. Sinto-me orgulhoso em poder dizer que fui o seu melhor discípulo. Foram trinta e cinco anos de convivência ininterrupta que só me faz sentir orgulho e gratidão. A seu pedido, ainda pude, por mais sete anos administrar seu espólio. Construtor...

ENGENHOS

Imagem
  ENGENHOS Parte 9 O Trabalho dos Escravos nos Engenhos Os escravos representavam a principal mão de obra do trabalho nos engenhos açucareiros (cerca de 80%) e não recebiam salários. Além de trabalharem longas jornadas, viviam em péssimas condições, vestiam trapos, eram açoitados pelos capatazes e ainda, comiam o resto da comida. Trabalhavam tanto na produção da cana, como nas casas senhorias, fazendo o trabalho de cozinheiras, faxineiras, amas de leite, etc. Alguns trabalhadores livres que recebiam salários, trabalhavam nos engenhos, por exemplo, o feitor, capatazes, ferreiros, carpinteiros, mestre do açúcar e lavradores da terra. Em 1533, o colonizador português Martim Afonso de Souza trouxe as primeiras mudas de cana-de-açúcar e realizou a disseminação dessa primeira atividade de exploração econômica no Brasil. A produção desse tipo de gênero agrícola aconteceu por conta do conhecimento anterior de técnicas de plantio e preparo que permitiriam o desenvolvimento de tal atividade ...

MORREU MARIA PREÁ

Imagem
  MORREU MARIA PREÁ Autor: Itanildo Medeiros   Esse ditado famoso eu comecei a pesquisar porque fiquei curioso. Depois de revirar tudo descobri com muito estudo que um padre num interior tinha um chamego, um amor, um caso com uma beata.   Bonita e muito formosa Maria Preá é o seu nome, essa beata fogosa do padre tirava a fome, e sempre que podia com ela se escondia pra poderem se agarrar. mas um dia o sacristão flagrou os dois num colchão, o padre e Maria Preá. E depois dessa orgia o padre perdeu o sossego. O sacristão todo dia alegava esse chamego e chantageava o vigário, fazia ele de otário ameaçando contar. Deixava o padre com medo que vazasse esse segredo dele e Maria Preá.   Sem saber o que fizesse com o sacristão lhe explorando pois tudo que ele quisesse o padre logo ia dando, com medo que a cidade descobrindo essa verdade ficasse escandalizada, pediu a Deus uma luz pra lhe tirar ...

ENGENHOS

Imagem
  ENGENHOS O Funcionamento dos Engenhos Coloniais Parte 8 Primeiramente, as canas eram cultivadas em grandes extensões de terra (latifúndios), depois colhidas e levadas para a moenda, local em que era retirado o caldo da cana. Após esse processo, o produto era levado para as caldeiras e depois, para a fornalha. Por conseguinte, o melaço da cana era refinado na casa de purgar. Por fim, o produto era ensacado para ser transportado. Parte dele, e, sobretudo, do açúcar mascavo (que não passava pelo processo de refino) era destinado ao comércio interno. No entanto, a maior parte da produção era enviada para abastecer o mercado consumidor europeu. Vale lembrar que os engenhos eram considerados “pequenas cidades” e no final do século XVII já contavam com quase 500 no Brasil, sobretudo na região nordeste do país. A partir do século XVIII, o ciclo do açúcar entrou em decadência, com a concorrência externa e a queda da produção do produto. Além disso, foram descobertas jazidas de ouro, q...